Como está demonstrado na foto anterior, por vezes levava a roupa à Rosa, não era obrigação porque o preço incluia a recolha e a entrega mas, quando ia à Cidade, (quase todos os dias), senão todos e a morança nem era muito desviada da estrada, era só fazer um pequeno desvio e entregava-lhe a trouxa, assim fazia de uma vez duas coisas, entregava a roupa e entretinha-me por lá a matar algum do tempo que tinha de sobra e aprender também mais um pouco sobre a vida daquelas pessoas, mais precisamente dos Fulas, uma vez ou outra tirava-se uma fotos, tanto que gastei em fotos e agora que precisava delas para reforçar este meu recordar e nem rasto. Enfim nunca sabemos o futuro, nunca me imaginei estar a lembrar os anos ìdos de 72/73/74, passados no Gabú e que jurei nunca querer recordar, era para esquecer definitivamente mas, aqui estou eu a tentar lembrar-me dos mais pequenos permenores que nos escapam hoje, mas talvez amanhã me recorde, para assim compor o puzzle da minha passagem por aquelas terras.
COM OS AMIGOS, GRAÇA, VASCO E SANTOS
Depois seguia-se até ao centro para rever as coisas vistas na vespera, embora nem todos os locais fossem de passagem obrigatória, sempre havia alguns que se repetiam todos os dias a ida ao Jacob, com dinheiro ou sem, quando o horario era a condizer uma passagem pela casa da mulher grande também não ficava mal mas, quase e sempre o que não faltava era uma ìda à ponte, à saída de Nova Lamego para Piche, onde passava e passa um rio, que segundo o google earth, ainda lá está, onde faziam pela vida e se entretinham umas mulheres grandes e algumas bajudas a lavar a roupa o corpo, tudo e nós era só olhar e dar umas "bocas", ali chegavamos a estar uma, duas horas, sem exagero a olhar para as bonecas.
TENDO POR FUNDO O RIO

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